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Gabriel Oselka é médico, professor de Pediatria na Universidade de São Paulo e presidente da Comissão de Imunizações da Secretária de Saúde do Estado de São Paulo.


Hora do reforço

DrauzioQue vacinas devem ser administradas depois que a criança fez um ano?
Gabriel Oselka – Depois dessa idade, é preciso fazer alguns reforços como o da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola aos cinco anos e o da tríplice, quando a criança tem um ano e meio e, mais tarde, aos cinco anos. Em relação à poliomelite, feito o reforço dos cinco anos, não há mais necessidade de repeti-lo. Recomenda-se também o reforço da vacina dupla contra difteria e tétano a cada dez anos. Portanto, quem seguiu rigorosamente o esquema terá feito um reforço aos cinco anos e deve repeti-lo aos 15, 25, 35, e assim sucessivamente. A vacina contra a febre amarela também requer doses de reforço a cada dez anos nas regiões onde há risco da doença. Para as outras vacinas do esquema não se recomendam reforços. A da hepatite B, por exemplo, termina com as três doses dadas antes de a criança completar um ano.