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Escolha do método Drauzio – São tantas os métodos anticoncepcionais (pílulas, diafragma, DIU com e sem hormônio, camisinha) que não deve ser fácil a mulher escolher o mais adequado para ela. É o médico que escolhe? Nilson – Acho importante o médico informar a mulher sobre todos os contraceptivos que existem, quais suas vantagens e desvantagens e os índices de falha que ocorrem com cada um deles. É diferente a mulher que fala –“Estou pretendendo engravidar daqui a um ano, mas tudo bem se ocorrer agora.” – da que diz: “Tenho três filhos e não quero engravidar de jeito nenhum”. A vontade da mulher é o primeiro ponto que deve ser levado em conta para a orientar a escolha do método contraceptivo. No sistema público de saúde, por exemplo, no Hospital das Clínicas, elas recebem uma aula sobre os diferentes métodos, e só depois passam com os médicos que vão examiná-las e discutir com elas qual melhor se adapta ao seu caso. A decisão final, porém, é sempre da mulher, porque o pior método é o que ela não deseja e o melhor é o que ela prefere. Felizmente, nos últimos dez anos, houve uma ampliação da oferta dos métodos contraceptivos, o que permitiu às mulheres o exercício da sexualidade sem medo do aspecto reprodutivo. Cabe a elas dizer quando e quantos filhos querem ter. A pílula anticoncepcional é considerada hoje um dos dez medicamentos que maior impacto causou na sociedade, porque permitiu a revolução feminina, uma vez que a mulher pode sair de casa para trabalhar fora, o que era impossível quando emendava uma gravidez na outra. Site www.contracepcao.org.br |
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