DrauzioVarella.com.br

Drauzio Varella.com.br

[ minha área ] [ entre ]
adicione

plugin de busca

buscar
  • estação saúde
  • entrevistas
  • artigos
  • espaço médico
  • interativo
    • infográficos
    • aplicativos
    • testes
  • enciclopedia
  • espaço cultural
    • conversas
    • livros
    • filmes
    • blog
Carregando...

Titulo

Mensagem

ok
  • Entrevistas >
  • alergia

Alergia de contato

Dr. Salim Augusto Amed Ali, médico especializado em dermatologia ocupacional, é membro do Fundacentro/SP e da Associação Nacional de Medicina do Trabalho.

 
reduzir / aumentar

Drauzio – Quais são as características da lesão que aparece na imagem 1?

Salim Augusto Amed Ali – Inicialmente, essa senhora desenvolveu uma irritação e depois uma alergia de contato. Para confirmar tal diagnóstico e determinar sua causa, existem os testes de contato, realizados com os produtos a que a pessoa se expôs mais e com uma bateria-padrão elaborada pelo Grupo de Estudo de Dermatite de Contato, ligado à Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Drauzio – Como são realizados esses testes?

Salim Augusto Amed Ali - Os testes consistem na aplicação de trinta substâncias em pequenas lâminas de alumínio que são fixadas nas costas da pessoa e onde permanecem por 48 horas. Depois, essas lâminas são retiradas e aguardamos mais 48 horas para fazer a primeira leitura, porque existem alergias do tipo tardio que demoram a manifestar-se. Se houver uma reação localizada como a que aparece na imagem 2, sabe-se qual foi a substância que causou a alergia porque todas as lâminas são numeradas.

Drauzio - Você poderia explicar por que se forma essa lesão avermelhada e mais saliente? Se examinarmos um fragmento no microscópio, o que encontraremos?

Salim Augusto Amed Ali – Vamos encontrar uma reação inflamatória. Digamos que células especializadas alcançam a pele para “comer”, isto é, para combater aquela substância estranha ao organismo (alérgeno). Esse processo é chamado de fagocitose.
Essa reação é muito precisa, muito específica, porque a concentração das substâncias utilizadas na bateria-padrão eu sei que não causam irritação na pele. Entretanto, quando a pessoa traz uma substância que suspeita estar provocando o problema, pode acontecer que a concentração do agente irritante seja maior e provoque vermelhidão. Por isso, é fundamental diferenciar a verdadeira alergia da irritação utilizando o teste padronizado.

  • Características

    Drauzio – Quando o problema aparece numa região em que só um produto é utilizado é fácil identificar o agente desencadeante. Por exemplo, uma alergia de contato na axila, sugere que a causa seja o desodorante. No entanto, quando o processo alérgico ocorre nas mãos, fica mais complicado, porque manipulamos inúmeras substâncias diferentes todos os dias. Nesse caso, como se faz para identificar a substância responsável pela lesão?

    Salim Augusto Amed Ali – Talvez o ponto mais difícil da alergia de contato seja identificar o que provocou a alergia nas mãos, a mais freqüente de todas, porque elas são os instrumentos que utilizamos para tocar e mexer numa série de coisas. Vamos pensar num trabalhador da indústria ou numa dona de casa. Eles mexem com produtos que inicialmente irritam suas mãos. Depois, podem desenvolver um processo alérgico em cima dessa irritação que, às vezes, funciona como porta de entrada para a substância alergênica penetrar na pele e desencadear uma reação imunológica do organismo.

  • Testes de contato

    Drauzio – Quais são as características da lesão que aparece na imagem 1?

    Salim Augusto Amed Ali – Inicialmente, essa senhora desenvolveu uma irritação e depois uma alergia de contato. Para confirmar tal diagnóstico e determinar sua causa, existem os testes de contato, realizados com os produtos a que a pessoa se expôs mais e com uma bateria-padrão elaborada pelo Grupo de Estudo de Dermatite de Contato, ligado à Sociedade Brasileira de Dermatologia.

    Drauzio – Como são realizados esses testes?

    Salim Augusto Amed Ali - Os testes consistem na aplicação de trinta substâncias em pequenas lâminas de alumínio que são fixadas nas costas da pessoa e onde permanecem por 48 horas. Depois, essas lâminas são retiradas e aguardamos mais 48 horas para fazer a primeira leitura, porque existem alergias do tipo tardio que demoram a manifestar-se. Se houver uma reação localizada como a que aparece na imagem 2, sabe-se qual foi a substância que causou a alergia porque todas as lâminas são numeradas.

    Drauzio - Você poderia explicar por que se forma essa lesão avermelhada e mais saliente? Se examinarmos um fragmento no microscópio, o que encontraremos?

    Salim Augusto Amed Ali – Vamos encontrar uma reação inflamatória. Digamos que células especializadas alcançam a pele para “comer”, isto é, para combater aquela substância estranha ao organismo (alérgeno). Esse processo é chamado de fagocitose.
    Essa reação é muito precisa, muito específica, porque a concentração das substâncias utilizadas na bateria-padrão eu sei que não causam irritação na pele. Entretanto, quando a pessoa traz uma substância que suspeita estar provocando o problema, pode acontecer que a concentração do agente irritante seja maior e provoque vermelhidão. Por isso, é fundamental diferenciar a verdadeira alergia da irritação utilizando o teste padronizado.

  • Cosméticos

    Drauzio – Por que é importante identificar logo a substância alergênica?

    Salim Augusto Amed Ali – Porque quanto mais rápido ela for retirada, maior a possibilidade de manter a pessoa bem, com a pele restabelecida. No caso de profissionais que trabalham numa área em que o contato com o alergênico é indispensável, somos obrigados a afastá-lo daquela atividade.

    Drauzio – Além das mãos, que são o local onde aparecem com mais freqüência as alergias, que outras regiões do corpo também podem ser acometidas?

    Salim Augusto Amed Ali – A face é outra área bastante acometida. Atualmente, é muito comum encontrar casos de alergia e de irritações provocadas pelo uso de cosméticos.

    Drauzio – Esses casos são freqüentes?

    Salim Augusto Amed Ali – São freqüentes e o número vem crescendo. Trabalhos realizados em várias clínicas européias, entre 1995 e 2000, mostram que diversos agentes novos colocados para preservar o produto, a fim de impedir que estrague e perca o prazo de validade muito depressa, são os principais agentes causadores de alergia. Por exemplo, ficou provado que um desses preservativos, o euxil K 400, presente em vários tipos de loções, cremes e pós, por exemplo, foi responsável pelo aumento de 50% dos casos de alergias em cinco anos.
    Essas pesquisas são importantes para orientar as indústrias de cosméticos para substituir tais agentes por outros menos alergênicos.

    Drauzio – Na sua experiência pessoal, quais são os cosméticos que costumam provocar mais alergias?

    Salim Augusto Amed Ali – Segundo estudo realizado pelo nosso Grupo de Estudo de Dermatite de Contato, com base numa bateria para testar cosméticos, o esmalte de unha é o produto que mais provoca alergia, porque possui uma resina muito alergênica para promover sua secagem rápida. A essa conclusão chegaram também pesquisadores de outros países.
    E o esmalte não provoca alergia só nas mãos. Às vezes, quando não está completamente seco, a pessoa toca a face e desenvolve dermatite alérgica provocada por essa resina, especialmente na região dos olhos e das bochechas ou mesmo no queixo ou no pescoço. Nesses casos, a recomendação é usar um esmalte hipoalergênico. Existem algumas marcas no mercado que contêm pouca resina.

    Drauzio – É difícil imaginar que uma pessoa desenvolveu alergia no olho por causa do esmalte passado nas unhas da mão. O mais comum é pensar que o processo alérgico foi desencadeado pela sombra ou pelo rímel.

    Salim Augusto Amed Ali – Por estranho que pareça, isso acontece. Um caso interessante ocorreu numa indústria da Suécia, onde dezoito funcionárias desenvolveram quadros prolongados de alergia na face atribuídos, primeiro, às substâncias que manipulavam no trabalho. Mais tarde, porém, ficou provado que a alergia era provocada pelo esmalte com que pintavam as unhas.
    Na verdade, não é fácil chegar a uma conclusão como essa. Só através de testes é possível detectar o agente agressor com segurança.

    Drauzio – Como a pessoa pode saber se determinado cosmético vai provocar alergia?

    Salim Augusto Amed Ali - Uma dica importante para quem já apresentou alergia por cosméticos é a pessoa fazer um teste, chamado teste aberto, antes de usar um produto. Para tanto, basta friccionar o cosmético na região do cavo, ou seja, na região em que o braço e o antebraço flexionam (imagem 7), durante cinco dias, duas vezes ao dia. Se nesses cinco dias a área não ficou avermelhada nem coçou, a pessoa pode usar o produto, mas sempre observando a reação, porque não há garantia de que ele não possa desencadear um processo alérgico a qualquer momento.

  • Calçados, cimento e metais

    Drauzio – Depois das mãos e do rosto, que outras regiões do corpo são mais acometidas por alergias?
    Salim Augusto Amed Ali – Os pés também costumam ser bastante afetados por alergias, principalmente provocada pelo uso impróprio e inadequado de calçados e meias.

    Drauzio – Você poderia explicar a alergia que aparece na imagem 4?
    Salim Augusto Amed Ali – Veja que há uma área toda avermelhada. Como uma das características da alergia é o prurido intenso, se a pessoa coçar pode ferir o local que começa a inchar. Nesses casos, o médico costuma pedir para ver o calçado que a pessoa habitualmente usa. Na maior parte das vezes, eles são revestidos na parte interna por espumas coladas com resinas especiais que são muito alergênicas. Testar a espuma é uma forma de verificar se ela é o agente desencadeante. Para tanto, basta umedecer um pedaço pequeno com um pouquinho de azeite de oliva ou com água destilada e colocá-lo na pele da pessoa, onde deve ficar por 48 horas. Feita a leitura do teste, se o resultado for positivo, a orientação é evitar o uso daquele tipo de calçado.

    Drauzio – Cimento é outro produto que pode provocar alergias.
    Salim Augusto Amed Ali – Massa de cimento pode irritar a pele e também provocar alergias porque tem pH (medida da acidez ou da alcalinidade) muito alto. Como, às vezes, substâncias alcalinas irritam muito a pele, os profissionais da construção civil com hipersensibilidade ao cimento chegam a ser orientados para mudar de profissão.

    Drauzio – E as alergias por metais?
    Salim Augusto Amed Ali – São das mais comuns no mundo inteiro. Brincos, colares, anéis e pulseiras costumam conter níquel, um dos maiores alérgenos que conhecemos atualmente. Quando o níquel entra em contato com a pele, pode desencadear um processo alérgico no local.
    Às vezes, pessoas que usam óculos estranham: “Mas, estou usando estes óculos há mais de seis meses e nunca senti nada. Como de repente isso mudou?” Acontece que o aro dos óculos tinha um revestimento de ouro que se desgastou com o tempo e o metal que estava por baixo entra em contato com a pele e provoca a alergia.

    Drauzio – Quais as características da lesão que aparece na imagem 5?

    Salim Augusto Amed Ali – A imagem 5 mostra o dedo de um trabalhador da indústria metalúrgica que desenvolveu um processo irritativo no dedo provocado pela ação alcalina dos óleos utilizados na usinagem de metais. O fato de pinçar as peças e segurá-las foi outro agravante dessa irritação (imagem 6).

    Drauzio – Quando se identifica o alérgeno, ou seja, a substância que provoca alergia, é simples resolver o problema: é só não entrar em contato com aquela substância. No entanto, em grande parte das alergias, não se consegue identificá-lo ou é inevitável evitar o contato. Por exemplo, como suspender o contato com tecidos sintéticos, se praticamente todas as roupas têm alguma fibra sintética?

    Salim Augusto Amed Ali – Nós costumamos dizer que quem desenvolve uma alergia de contato pode desenvolver outras. Às vezes, o indivíduo não está alérgico a uma única substância e é preciso descobrir quais são os outros alérgenos para retirá-los. Por exemplo, eu investigo, encontro a substância que causa alergia e mando suspender seu uso. Entretanto, a pessoa pode estar usando um creme ou pomada, indicados até mesmo para tratamento, que contêm uma outra substância responsável pela manutenção do processo alérgico. Esses casos requerem cuidados especiais, pois, como já disse, quem já desenvolveu uma alergia por determinada substância tem a possibilidade de desenvolver outras provocadas por substâncias diferentes.

  • Tratamento

    Drauzio – Como devem ser tratadas as alergias?

    Salim Augusto Amed Ali – O tratamento das alergias começa com o levantamento da história do paciente. Quanto mais bem feito for, maior a chance de cura. É preciso colher, com muita precisão, informações sobre os produtos que vem usando, os que comprou ou recebeu de presente da mulher ou de um amigo.
    O segundo passo é pedir o teste (na verdade, o teste faz parte do tratamento), e o terceiro e menos importante é a prescrição do medicamento para controle da fase aguda, uma vez que só a retirada dos alérgenos promoverá a cura.

    Drauzio – Quando apenas cremes de uso tópico devem ser indicados para o tratamento de alergias e quando há necessidade de indicar remédios por via oral?

    Salim Augusto Amed Ali – Quando a reação alérgica pega uma área grande do corpo e provoca muita coceira, introduzimos remédios por via oral ou injetável e também pomadas ou cremes de corticóides para uso local. O importante, porém, é investigar o que produziu a alergia e tentar retirar essa substância de uso.

    Drauzio – A pomada de corticóide está sempre indicada para inibir reações locais?

    Salim Augusto Amed Ali – De modo geral, sim. Quando se suspeita que a reação é alérgica, deve-se indicar uma pomada de corticóide específica, a mais apropriada para aquele caso.

    Drauzio – Existem pessoas com quadros de alergia de contato que usam pomadas de corticóide todos os dias, por períodos muito prolongados. Quais são os inconvenientes desse hábito?

    Salim Augusto Amed Ali – Na verdade, a necessidade do uso prolongado de pomadas de corticóide indica que o problema não está sendo resolvido, porque deveria desaparecer em duas ou três semanas, no máximo. Portanto, a pessoa deve procurar um especialista para diagnóstico e orientação do tratamento.

    Drauzio – Ela pode até desenvolver uma alergia de contato provocada pela própria pomada?

    Salim Augusto Amed Ali – Ou provocada por algum componente da pomada. Por isso, é sempre muito importante procurar um especialista para avaliação, porque a pessoa pode ser portadora de uma alergia de contato ou de outra doença dermatológica com origem diferente e essa possibilidade precisa ser investigada.

  • Perguntas enviadas por e-mail

    Lúcia Helena de Oliveira – Niterói/RJ – Eu sou alérgica. Meu filho também será?

    Salim Augusto Amed Ali – Se a alergia é respiratória, a probabilidade de o filho também ter a afecção é maior. Quer dizer, se tenho asma ou rinite alérgica, meu filho pode apresentar também essas doenças. Entretanto, embora seja geneticamente transmissível, a incidência da alergia de contato é bem menor nos descendentes. Eles só desenvolverão esse tipo de alergia se entrarem em contato com alguma substância potencialmente alergênica para eles.

    Patrícia Fromer – São Paulo/SP – Como saber se sou alérgica a algum tipo de alimento ou à picada de insetos?

    Salim Augusto Amed Ali – Quando a pessoa é alérgica a algum alimento, a reação aparece rapidamente, alguns minutos ou horas após a ingestão desse alimento. Quanto à picada de insetos, se apareceu uma pequena elevação avermelhada – a pápula – na área da picada, mas logo desapareceu, não é alergia. É uma reação natural do organismo. Mas, se ficar vermelha, inchar e começar a coçar e a doer é sinal de hipersensibilidade ao agente desencadeante da alergia por picada.

    Luciana Lins – Irajá/RJ – Como devo proceder quando estiver limpando a casa para não ficar com o nariz entupido?

    Salim Augusto Amed Ali – Uma dica que se dá nesses casos é usar pano úmido para fazer a limpeza da casa. Outra dica é deixar de lado a vassoura e usar o aspirador de pó. Mas, se for obrigada a mexer em objetos que retêm pó, como os livros de uma biblioteca, a pessoa pode umedecer uma fralda ou um pedaço de tecido fino e colocar na face, cobrindo a boca e o nariz, para que retenha as partículas de pó.

  • [ ver tudo ]
    • incorporar
      fechar
    • fechar
    • imprimir
    • compartilhar
      fechar facebook del.icio.us twitter myspace yahoo! bookmarks google bookmarks windows live digg
    • indicar erro
      fechar
      enviar
    • enviar para um amigo
      fechar
      enviar
  • Pesquisar sobre Alergia de contato

    Veja mais resultados de Alergia de contato

    • entrevistas

      Alergia de contato

      A pele é um órgão constituído por três camadas: a epiderme (camada externa onde se encontra a córnea composta por células mortas com a função de proteger contra a entrada de agentes agr...
    • entrevistas

      O cérebro I: Estrutura complexa

      Estrutura complexa O cérebro humano é a estrutura mais complexa do universo. Apesar do pouco peso, ao redor de um quilo e meio, comporta mais de cem bilhões de neurônios, células do sis...
    • artigos

      Tempestades, calor e epidemias

       Fico desnorteado quando escuto falar de aquecimento global. Ouço as justificativas dos que o consideram uma ameaça à vida na Terra, e fico com a impressão de que estão certos. Dep...
    • artigos

      Procedimentos medievais

      Quando seu Araújo disse que seria submetido a uma biópsia de próstata, alertei-o a não aceitar o exame sem anestesia. Que falasse com o médico antes do procedimento, mostrasse estar inf...
    • artigos

      Prevenção do câncer de próstata

      O câncer de próstata é uma doença desconcertante. O paradigma de diagnóstico precoce e tratamento imediato, válido para os demais tumores malignos, está sendo questionado para um número...
    • artigos

      Os novos números da Aids

      A julgar pelos últimos cálculos, a velocidade de disseminação da epidemia mundial de AIDS parece ter arrefecido. Dois grupos da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram estimativas...
    • artigos

      O fumo em lugares fechados

      Agora que as paixões acalmaram volto à proibição do fumo em ambientes fechados, aprovada pela Assembléia Legislativa de São Paulo. Incrível como esse tema ainda gera discussões acalorad...
    • artigos

      Crime e castigo

      Difícil ler notícia boa na primeira página. Mas, dias desses, quando abri o jornal, só não caí de costas porque estava sentado. Vinha escrito que a Promotoria do Consumidor de São Paulo...
    • artigos

      Benefícios do álcool

      Hoje vamos falar dos efeitos benéficos da ingestão moderada de álcool para a saúde. Não discutiremos os malefícios de seu consumo exagerado. O Dr. Riad Younes, abstêmio convicto, define...
    • artigos

      O sexo frágil

      Fico admirado com a onipotência masculina. Quando pequenos nos ensinaram que homem não chora, que Deus nos criou corajosos com a finalidade de protegermos as mulheres, coitadas, seres f...
  • velhice
  • Gripe
  • Aids
  • Dor
  • Asma
  • Saúde
  • Hipertensão
  • sexo
  • Vídeos
  • Carandiru
  • Gravidez
  • H1N1
  • infográficos
  • IMC
  • obesidade
  • Cancer
  • Conjuntivite
  • Vacina
  • Dengue
  • TERMOS MAIS PROCURADOS:
  • Anemia
  • Asma
  • Câncer
  • Conjuntivite
  • Gravidez
  • Gripe
  • H1N1
  • IMC
  • Malária
  • Pneumonia
  • Sinusite
  • sobre
  • sugestões
  • anuncie
  • biografia
  • serviços
  • créditos
  • prêmios
  • política de privacidade
  • termo de uso
enviar

Por determinação do Conselho Regional de Medicina estamos impossibilitados de emitir opiniões ou pareceres médicos pela Internet.
Utilize este espaço para sugestões, críticas e opiniões sobre nosso trabalho.

Atenciosamente,

EQUIPE SITE DRAUZIO VARELLA

fechar

  • apoio:
  • Siga o Dr. Drauzio Varella no Twitter
  • Prêmio IBest